(Foto: TV Bahia)

De 1º de janeiro até o último domingo (10), a Bahia contabilizou 870 focos de incêndio em áreas de vegetação. Segundo o G1, o número é três vezes maior em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2018, foram registrados 218 casos. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informou que o aumento foi o quarto maior do país.

De acordo com o órgão, as temperaturas altas e a falta de chuva deixam a vegetação seca, propícia às queimadas. O INPE ainda informou que a região sul da Bahia foi a mais afetada por focos de incêndio. Um deles atingiu o Parque Nacional do Monte Pascoal, em Porto Seguro. O fogo consumiu uma área equivalente a 1.501 campos de futebol, o que corresponde a 5% do parque.

Ao G1, o Corpo de Bombeiros apontou que 99% dos focos são causados pela ação do homem, como a queima de lixo e pastagem.

De 1º de janeiro até o último domingo (10), a Bahia contabilizou 870 focos de incêndio em áreas de vegetação. Segundo o G1, o número é três vezes maior em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2018, foram registrados 218 casos. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informou que o aumento foi o quarto maior do país.

De acordo com o órgão, as temperaturas altas e a falta de chuva deixam a vegetação seca, propícia às queimadas. O INPE ainda informou que a região sul da Bahia foi a mais afetada por focos de incêndio. Um deles atingiu o Parque Nacional do Monte Pascoal, em Porto Seguro. O fogo consumiu uma área equivalente a 1.501 campos de futebol, o que corresponde a 5% do parque.

Ao G1, o Corpo de Bombeiros apontou que 99% dos focos são causados pela ação do homem, como a queima de lixo e pastagem.

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