Foto ilustrativa

Nos dias atuais as ações humanas têm afetado o meio ambiente, o homem tem poluído os rios, o ar, o solo, tem destruído a camada de ozônio pela utilização dos produtos sintéticos que incluem aerossóis, equipamentos de refrigeração, espuma entre outros.

Porém, a natureza tem reagido a essas ações. Percebemos que os dias estão muito quentes; é enchente, ventanias, terremotos, tsunami entre outras catástrofes naturais.

E para amenizar essas situações, podemos começar com ações aparentemente pequenas no nosso dia a dia, como por exemplo:

Apagar as luzes dos ambientes em que não houver ninguém, economizar água enquanto toma banho e escova os dentes, reciclar alguns materiais, ao invés de usar carros ou motos para sair, usar bicicletas, que minimiza a emissão de dióxido de carbono na atmosfera.

Ter um consumo consciente. Comprar somente o necessário, com menos roupas, sapatos, brinquedos, menos trocas e compras de celulares e computadores, menos móveis. Teremos menos matérias primas retiradas da Natureza.

Veja quantas atitudes simples podemos fazer para ajudar o nosso planeta. Poucas ações simples somadas, podem resultar em resultados positivos. É necessário despertar a consciência de que devemos preservar o meio ambiente, pois todos os danos provocados ao meio ambiente afetarão as gerações presentes e futuras.

Está na Constituição Federal de 1988, no Artigo 225 que: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”.

Por tanto, como deixaremos o planeta Terra para nossos filhos, netos, bisnetos e tataranetos? Após estas reflexões, com certeza, não seremos mais os mesmos em relação ao nosso Planeta, pois o conhecimento nos torna cidadãos devidamente conscientes do seu papel na sociedade.

Então, seja um agente transformador, agindo e divulgado essas ideias simples.

Ajude o Planeta Terra, ele pede SOCORRO!

Por: bióloga Gervânia Ribeiro

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