Complexo Manacá da Quinto Energy é o maior do Brasil e segue a passos largos, rumo à fase de construção

O Projeto Manacá, da Quinto Energy, maior complexo de energia eólica e solar desenvolvido no Brasil – e segundo maior do mundo –, virou pauta na 27ª Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas, a COP27, que aconteceu no Egito. Todos os detalhes foram apresentados no Egito pelo diretor de Relações Institucionais da Quinto, o ex-ministro do Meio Ambiente Edson Duarte.

Projetado para ser construído no sertão da Bahia, nas cidades de Campo Formoso e Jaguarari, o Manacá está ultrapassando a fase mais complexa de um projeto eólico, que é a etapa de desenvolvimento, quando ocorrem os procedimentos mais burocráticos de licenciamentos, regularizações, medições e estudos, em todos os âmbitos de governo.

“As energias renováveis foram a pauta central na Conferência da ONU no Egito e o Brasil esteve no centro da discussão por conta da sua vocação energética. Nesse sentido, os projetos avançados da Bahia foram evidenciados, a exemplo do Manacá, que é uma referência nacional. Estamos bem avançados na parte mais complexa de um projeto como esse, que é justamente a fase de desenvolvimento. Falta muito pouco para darmos mais um passo largo no projeto e deixá-lo pronto para a fase de construção, que é quando teremos o grande ‘boom’ socioeconômico”, disse Edson.

Esse “boom socioeconômico” acontece quando os parques eólicos entram em operação. É neste momento que os arrendantes passam receber mensalmente pela energia gerada na torre localizada em sua propriedade. A estimativa é que somente o projeto Manacá transfira um valor de quase R$ 4 milhões todo mês, somando todos os arrendantes contemplados.

Com o desenvolvimento do projeto chegando na fase final, cresce a expectativa para a grande geração de emprego e renda que ocorrerá não apenas em Campo Formoso e Jaguarari, que são cidades sede do projeto, como também em todo o entorno, com impacto na Bahia.

Considerado um dos ‘Gigantes da Quinto’, o complexo híbrido Manacá tem previsão de gerar 2,3 mil novos postos de emprego na fase de construção, sem contar os empregos indiretos que surgem no período da construção. O projeto conta com 690 torres eólicas.

Quinto Energy

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